quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Querido Romeu,

Então, meu bem, como estás? Bem, espero. Eu não, ando mal ultimamente, tenho sentido muito a sua falta, falta de como eras comigo antes. Tenho doído demais e quase não consigo segurar o sorriso no rosto. Hesitei por instantes e perguntaram-me o por quê de minha tristeza, respondi com um "nada". Mas meu "nada" é "tudo", és tu, meu bem. E eu fico aqui, cheia de vazios, vazia de você.
Não és um legítimo Romeu, nem eu uma bela Julieta, mas eu, assim como Julieta, sinto falta de meu Romeu, meu pequeno Romeu. Saibas que ainda sorrio quando vejo-te sorrir, ainda penso em ti todas as noites abraçada ao travesseiro e, às vezes, choro, pois sei que não estás fazendo o mesmo aí, não sentes minha falta, mas aonde estás, pequeno Romeu, além de dentro de mim? (...)
Sua pequena, sua quase Julieta, Kellen.

Trecho de uma carta que escrevi na semana passada, é meio melancólica, meio clichê, mas espero que gostem.

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