segunda-feira, 16 de julho de 2012

Psiu, eu amo você

Eu sou essa menina com cara de mulher, jeito de menina, coração de mulher e que ama como uma criança de três anos que é completamente dependente da mãe, que pula na cama numa manhã e dá beijo melado na bochecha, sorri frouxo e diz ‘bom dia’. 
Será que você não percebe que eu sou assim meio complexa, menina-mulher, cheia de ideias e com vontade de te amar, de poder te apertar, sussurrar ao pé-do-ouvido que você é muito mais do que eu sempre quis e que eu não sei se te mereço porque você é bom demais pra mim. Olha só pra você: decidido, bonito, fofo e dono de um carisma impressionante. Não, eu não te mereço. Eu sou grossa demais, complicada demais, chata, cheia de mimimi’s. Mas, ei, você pode me prometer uma coisa? Fica comigo pra sempre? Não me abandona não, se você quiser eu mudo, viro do avesso por você, só por você. Promete que vai ficar aqui e me ensinar a ser a garota dos seus sonhos? Eu juro que tento corresponder.
Dá pra esquecer esse meu passado meio tumultuado? Eu nunca quis ser assim, aquilo tudo era carência, medo da solidão. Como é que diz aquela música? ‘Não importa o que a gente andou fazendo no passado, pois agora eu quero só você’. Cuida de mim? Vem que eu te cuido. 
Quero um dia poder acordar do seu lado e fazer da tua camisa meu pijama, a gente vai assistir filme a tarde inteira e no fim do dia vamos cantar umas músicas meio melosas e acabar jogados na cama, sorrindo feito bobos, nos beijando feito loucos. Vou morar pra sempre num abraço seu, sentindo o melhor cheiro do mundo misturado com o meu.
Eu só queria te dizer isso: eu amo você. Eu te amo assim torto, assim de longe, assim meu. 

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